quarta-feira, 16 de abril de 2014

Você se garante em Programação em C/C++? Certificação gratuita de C/C++ pela Render

A empresa Render de cursos online está oferecendo uma certificação gratuita através de uma prova online até o dia 30/04/2014. Obtendo aproveitamento de 70% ou mais na prova, você receberá o certificado em sua casa e ainda terá seu nome publicado no site da Render.
  • Desafio válido até dia 30/04/2014; 
  • O teste ficará disponível na área do aluno no menu Certificações até o dia 30/04/2014; 
  • Válido apenas para o teste de certificação do curso Programação em C/C++; 
  • Para realizar o teste gratuitamente você deve ser Amigo Render. Cadastre-se
    gratuitamente AQUI;
     
  • Será disponibilizado apenas 1 teste gratuito para cada email cadastrado; 
  • O certificado será enviado gratuitamente aos aprovados no teste após 30/04/2014;  
  • Apenas o nome completo dos aprovados será publicado na página como informação
    pessoal, e após o dia 30/04/2014. Não será exibido o percentual de aproveitamento e
    nenhuma informação adicional;
     
  • Ao final do teste, será mostrado seu percentual de aproveitamento;  
  • Ao final do teste, não serão informadas as questões respondidas incorretamente, apenas
    serão exibidas as aulas do curso Programação em C/C++ que contêm os referidos assuntos.
 Para saber mais, visite: http://www.render.com.br/desafio/certificacao/programacao-em-cc++
 
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Palestra Modelagem de Personagem em 3D e o Mercado Internacional

A Letícia Reinaldo é ex-aluna da Saga (Curso Sinapse) e também ex-professora. Ela formou-se recentemente pela Gnomon e atualmente trabalha nos EUA como freelancer para grandes produtoras de filmes e comerciais internacionais. A palestra acontecerá no auditório da AESO.

A artista também irá ministrar uma Master Class nos dias 16 e 17 de abril na Saga Recife. As inscrições serão realizadas na própria Saga. (Vagas limitadas)


Palestra gratuita em Recife! Inscreva-se: http://goo.gl/f91Vko


 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Curso de extensão desvenda o universo dos UNIVs

Estudantes dos Centros de Artes e Comunicação (CAC), de Ciências Exatas e da Natureza (CCEN) e de Informática (CIn) da UFPE podem se inscrever, de 20 de março a 7 de abril, no curso de extensão Algoritmos, Ciência e Arte, a ser ministrado pelo professor do CIn Sóstenes Lins. Os interessados devem comparecer ao Espaço Galeria Oficina GemBlinks, na biblioteca do CCEN.
 
São oferecidas 20 vagas e o candidato precisa ter conhecimento de matemática ou artes plásticas. As inscrições são gratuitas. O curso, que começa no dia 7 de abril, vai até o dia 15 de julho. As aulas serão nas segundas, quartas e sextas, das 10h às 12h, no Espaço Galeria Oficina GemBlinks. O curso será focado no estudo de algoritmos para que seja esclarecida a teoria e prática da matemática e da computação necessárias para o entendimento de aspectos dos universos 3-D. Serão destacados os UNIVS, que são emanações artísticas das GEMs advindos da sétima dimensão.
 
Fonte: http://www2.cin.ufpe.br/site/lerNoticia.php?s=1&c=21&id=889

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

XVI Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada (SVR) 2014

O Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada (SVR) é a principal conferência em Realidade Virtual e Realidade Aumentada no Brasil, promovida pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação). O SVR reúne pesquisadores, estudantes e diversos profissionais das áreas acadêmica, industrial e comercial interessados nos avanços e nas aplicações da RV e RA.

A primeira edição do SVR foi realizada em 1997 na cidade de São Carlos-SP, sendo os demais eventos sediados em Marília (1999), Gramado (2000), Florianópolis (2001), Fortaleza (2002), Ribeirão Preto (2003), São Paulo (2004), Belém (2006), Petrópolis (2007), João Pessoa (2008), Porto Alegre (2009), Natal (2010), Uberlândia (2011), Niterói (2012) e Cuiabá (2013).

O SENAI sediará o Evento de Realidade Virtual e Aumentada pela primeira vez na Bahia,  contribuindo para o desenvolvimento da temática no Estado.

O SVR objetiva reunir pesquisadores, promovendo a troca de experiências e facilitando a interação entre grupos de pesquisa, criando melhores condições para inserção de novos grupos de pesquisa interinstitucionais, bem como atuando como um instrumento de exibição dos avanços da Realidade Virtual e Aumentada no Brasil e no mundo.

As atividades programadas para o SVR 2014 incluem pré-simpósio, minicursos, palestras internacionais e sessões técnicas.

Datas de submissões para Artigos
  • Submissão: 14 de fevereiro, 2014
  • Notificação: 21 de março, 2014
  • Versão final e submissão de cessão de copyright: 31 de março, 2014
Datas de submissões para Pré-Simpósio
  • Submissão: 14 de fevereiro, 2014
  • Notificação: 21 de março, 2014
  • Versão final e submissão de cessão de copyright: 31 de março, 2014
Datas de submissões para Minicursos
  • Submissão: 14 de fevereiro, 2014
  • Notificação: 21 de março, 2014
  • Versão final e submissão de cessão de copyright: 31 de março, 2014 

CHAMADA PARA TRABALHOS


O Simpósio de Realidade Virtual e Aumentada (SVR) é a principal conferência em Realidade Virtual e Realidade Aumentada no Brasil, promovida pela SBC (Sociedade Brasileira de Computação). O SVR reúne pesquisadores, estudantes e diversos profissionais das áreas acadêmica, industrial e comercial interessados nos avanços e nas aplicações da Realidade Virtual (VR), Realidade Aumentada (AR) e Realidade Mista (MR).
Encorajamos a submissão de trabalhos de pesquisas originais e inovadores, bem como casos de estudo e aplicações nas áreas de VR, AR e MR. 

Os tópicos incluem, mas não se limitam a:
  • Sistemas, frameworks e toolkits para VR/AR/MR
  • Interação 3D
  • Dispositivos de entrada para VR/AR/MR
  • Haptics, audio e outras interfaces não visuais
  • Avaliação e estudos com usuários
  • Rastreamento e sensoriamento
  • Técnicas de Computação Gráfica para VR/AR/MR
  • Jogos imersivos / Jogos sérios
  • Avatares e humanos virtuais
  • Tecnologias avançadas de displays
  • Tecnologias de projeção imersiva
  • VR/AR/MR multi-usuário e distribuída
  • Percepção, presença e cognição em VR/AR/MR
  • Teleoperação e Telepresença
  • Impactos sociais, econômicos e tecnológicos de VR/AR/MR

Para saber mais, visite: http://portais.fieb.org.br/senai/svr2014/index.php/en/

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Tutorial rápido de como utilizar o cuPrintf para debugar código na plataforma CUDA da Nvidia

Estava estudando CUDA e surgiu a necessidade de debugar o código como se normalmente faz quando se está aprendendo uma nova linguagem de programação. A primeira coisa a se fazer é imprimir na tela um valor de uma variável para ver o andamento do algoritmo. 

Porém, não podemos chamar uma função printf dentro de uma função kernel do CUDA, quem já tentou sabe do que estou falando. Deixando as razões pelas quais isso é impossibilitado de lado, os arquivos de exemplo da plataforma CUDA fornece uma implementação de um printf chamado cuPrintf que traz para tela do programador justamente algo que está sendo processado na placa de vídeo. 

A implementação gerencia automaticamente a cópia da informação do device para host sem atrapalhar a execução do código pela placa de video. Na verdade, o efeito colateral notado logo de cara é a lentidão do processo de imprimir essas informações. Mas como é para o propósito de debug, convenhamos é bastante útil para os iniciantes em CUDA.

O uso do cuPrintf não é compatível com placas antigas da Nvidia com Capability 1.x (me corrijam se eu estiver enganado). Aparentemente, só funciona com placas de capability acima de 2.0.
Disponibilizo a seguir um passo a passo que achei de comentários nos fóruns da Nvidia e Stack Overflow:

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Ranking de universidades de países emergentes

Saiu uma reportagem bastante interessante hoje sobre uma lista das 100 melhores universidades dos países emergentes. O Brasil está representado apenas por 4 universidades nessa lista, com destaque para a USP que ficou em 11ª. A pergunta óbvia é por que o Brasil não consegue melhores resultados? Resposta óbvia: falta de investimento em educação! E uma não tão óbvia: falta de governança corporativa (leia-se transparência na administração como um todo, não somente financeira) nos órgãos públicos de educação do Brasil. Abaixo uma lista bem resumida retirada da reportagem da Globo:

RANKING THE - BRICS E ECONOMIAS EMERGENTES 2014
1º) Universidade Peking - China (65 pontos)
2º) Universidade Tsinghua - China (63,5 pontos)
3º) Universidade da Cidade do Cabo - África do Sul (50,5 pontos)
4º) Universidade Nacional de Taiwan - Taiwan (49,2 pontos)
5º) Universidade Boğaziçi - Turkey (44,3 pontos)
6º) Universidade de Ciência e Tecnologia da China - China (44 pontos)
7º) Universidade Técnica de Istanbul - Turquia (42,7 pontos)
8º) Universidade Fudan - China (42,3 pontos)
9º) Universidade Técnica do Oriente Médio - Turquia (41,5 pontos)
10º) Universidade Moscou Lomonosov - Rússia (41,4 pontos)
11º) Universidade de São Paulo - Brasil (41,1 pontos)
12º) Universidade Bilkent - Turquia (40,3 pontos)
13º) Universidade Panjab - Índia (40,2 pontos)
13º) Universidade Renmin da China - China (40,2 pontos)
15º) Universidade de Witwatersrand - África do Sul (39,8 pontos)
16º) Universidade Nacional Chiao Tung - Taiwan (39,6 pontos)
17º) Universidade dos Andes - Colômbia (39,2 pontos)
18º) Universidade Nanjing - China (38,9 pontos)
19º) Universidade Nacional Tsing Hua - Taiwan (38,6 pontos)
20º) Universidade Koç - Turquia (37,1 pontos)
(...)
24º) Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) - Brasil (34,7 pontos)
(...)
60º) Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) - Brasil (24,8 pontos)
(...)
87º) Universidade Estadual Paulista (Unesp) - Brasil (20 pontos)
Fonte: Times Higher Education

Vale a pena conferir a reportagem original através do link:

sábado, 23 de novembro de 2013

Corona SDK: Experimento 1

Resolvi começar os estudos para desenvolvimento de aplicativos e jogos em Lua e a plataforma escolhida para teste foi o Corona SDK (http://www.coronalabs.com/).  A seguir um relatório breve do experimento:

1. Experimento


O experimento escolhido foi a criação de uma calculadora de IMC (Índice de Massa Corpórea). Trata-se de um aplicativo simples onde o usuário insere um valor referente ao peso em quilograma e um valor referente a altura em centímetros. A fórmula para o calculo do IMC é:

IMC = peso / (altura*altura)

Após obter o valor numérico para o IMC, é consultado uma tabela que relaciona a forma física com o índice obtido conforme a tabela 1.

Tabela 1:
Resultado
Situação
Abaixo de 17
Muito abaixo do peso
Entre 17 e 18,49
Abaixo do peso
Entre 18,5 e 24,99
Peso normal
Entre 25 e 29,99
Acima do peso
Entre 30 e 34,99
Obesidade I
Entre 35 e 39,99
Obesidade II (severa)
Acima de 40
Obesidade III (mórbida)


O IMC ainda é utilizado hoje em dia como referência para saber se o paciente  possui um saúde e forma física adequada. Há diversos outros índices mais precisos e alguns artigos científicos questionam se somente o uso do IMC é correto para avaliar a forma física indivíduo. Para aprendizado da plataforma de desenvolvimento para Android com o Corona SDK este problema é adequado e bastante simples de ser implementado.

1.1. Configuração do ambiente de desenvolvimento e teste


Para desenvolver o aplicativo foi escolhido o kit desenvolvimento Corona SDK. É uma plataforma recente, proprietária, porém possui uma política de licença que permite o desenvolvimento de aplicativos de baixo lucro ou gratuito sem custos. É um framework que adota a linguagem Lua como padrão de codificação e possui foco para o desenvolvimento de jogos, mas permite também o desenvolvimento de aplicativos gerais.
O ambiente de desenvolvimento criado para implementar a Calculadora de IMC foi: um notebook i7 com 6gb de ram, sistema operacional Fedora 19 64 bits, IDE Eclipse Kepler com o plugin Koneki para linguagem Lua, o emulador Wine para executar o Corona SDK no linux.
Para o ambiente de teste foi utilizado o emulador do Corona SDK e o smartphone Galaxy X (Nexus 3) da Samsung.
Para publicação do apk na loja do Google, é necessário construir o apk no Corona SDK e ter instalado o Java SDK versão 1.6. A versão 1.7 não é compatível. Foi necessário criar uma chave de criptografia. É bastante simples gerar essa chave através de um keytool, nesse link a seguir tem um tutorial básico de como realizar esse processo (http://wildlionsoftware.blogspot.com.br/2012/04/creating-android-keystore-for-corona.html).

1.2 Desenvolvimento


Para desenvolver o aplicativo foi utilizado como base os exemplos de códigos disponíveis dentro do próprio Corona SDK. O aplicativo foi criado pensando em ter duas telas disponíveis para o usuário. A primeira tela possui a funcionalidade principal que é calcular o IMC e a segunda tela para publicar informações sobre a criação do aplicativo e do autor.

O projeto possui a seguinte estrutura de arquivos:

  • main.lua - Arquivo principal que define o container da aplicação
  • scene1.lua - Tela para o cálculo do IMC
  • scene2.lua - Tela sobre o aplicativo
  • scenetemplate.lua - Arquivo que fornece os métodos da máquina de estado do storyboard do aplicativo.
  • config.lua - Arquivos de configuração e definição do aplicativo (quantidade de fps, dimensões, etc).
  • build.settings- Arquivos de configuração e definição do aplicativo (por exemplo se o aplicativo funciona com a tela no modo retrato ou paisagem).
  • Imagens e ícones.

1.3 Construção do instalador

O Corona SDK oferece uma interface de construção do instalador APK para o android, onde o aplicativo é associado por padrão a uma keystore de debug. Para realizar a construção do instalador é necessário estar conectado a internet pois trata-se de um serviço na nuvem. O processo é semelhante ao da plataforma de desenvolvimento oficial do Android feita pelo Google.

1.4 Teste

O emulador Corona SDK até o momento de elaboração deste trabalho, não da suporte a interfaces gráficas que possuem campos de texto (ex: native.newTextField). Assim foi necessário testar os aplicativo utilizando um smartphone.

1.5 Resultados

Durante a publicação na loja do Google Play, descobri que o Corona SDK possui uma limitação de hardware e os apps gerados são compatível apenas com aparelhos que possuem processadores do tipo Armv7 ou superiores devido ao suporte a cálculo com ponto flutuante. Isso é um pouco decepcionante, pois quando se desenvolve um app normalmente você quer que possa atender ao maior número de aparelhos. Abaixo as telas do app.


 

2. Conclusão



O uso do Corona SDK é mais indicado para a construção de jogos do que aplicativos de propósito geral, já que sua API é direcionada mais a animações, controle de storyboards, física de objetos e assim por diante. Foi importante estudá-la como alternativa ao framework padrão do Google e assim poder avaliar quais pontos positivos e negativos de cada plataforma. O SDK oficial do Google continua sendo a melhor opção para quem deseja iniciar os estudos em desenvolvimento de aplicativos android.

Referências

 

  1. CORONA SDK. Último acesso em: 21/11/2013. Disponível em: http://www.coronalabs.com/products/corona-sdk/
  2. Android Develolpers. Último acesso em: 21/11/2013. Disponível em:  http://developer.android.com/index.html
  3. Lua Language. Último acesso em: 21/11/2013. Disponível em:  http://www.lua.org/
  4. Wikipedia. IMC. Último acesso em: 21/11/2013. Disponível em:  http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%8Dndice_de_massa_corporal